Mês: maio 2018

Dólar abre em alta nesta segunda

Dólar abre em alta nesta segunda

Moeda americana tem valorização de 0,8%

Nesta segunda-feira, o dólar abriu em alta de 0,8%, cotado a R$ 3,672 ante o real. Esta tendência de alta da moeda americana ocorre em meio ao cenário de instabilidade no Brasil, como o oitavo dia de paralisação dos caminhoneiros e medidas do governo federal sobre reduções de alguns impostos sobre combustíveis.

Operadores do mercado tentam encontrar um equilíbrio entre o impacto positivo de um possível fim da greve dos caminhoneiros e a aparente fragilidade do governo, o que pode abrir caminho para mais protestos de outras categorias.

Na última sexta, o dólar comercial fechou em alta de 0,54% ante o real, cotado a R$ 3,669 – na semana que passou, a moeda acumulou recuo de 1,9%.

Fonte: Gazeta Online

Temer envia ao Congresso projeto de nova lei de Falências e recuperação

O presidente Michel Temer informou ter assinado o projeto que trata da nova lei de falências e de recuperação judicial e extrajudicial. O projeto altera a lei 11.101/05 e a lei 10.522/02.

Em mensagem publicada no Twitter, o presidente afirma que “a regra do nosso governo tem sido a modernização de toda a legislação brasileira”. O presidente afirmou que o texto é “moderníssimo, visto, examinado, reexaminado por grandes juristas nacionais e especialistas dessa área”.

O tema é um dos mais relevantes para a comunidade jurídica no atual cenário econômico do país. O advogado Thomas Felsberg, do escritório Felsberg Advogados, à frente do anteprojeto, ressaltou em 2016 que, quando se trata se recuperação judicial e falência, é importante que o empresário tenha uma segunda chance, para poder se reerguer e voltar à atividade.

Fonte: Migalhas

Dólar sobe e atinge R$ 3,60 pela primeira vez em quase 2 anos

Na véspera, o dólar fechou em alta de 0,49% sobre o real, vendido a R$ 3,5705; cenário internacional puxa valorização do dólar em relação a outras moedas.

O dólar continua em trajetória de alta nesta quarta-feira (9) e chegou à marca dos R$ 3,60, cotação que não era atingida durante os negócios desde 2 de junho de 2016. O cenário externo ainda pesa sobre os mercados diante de temores de juros maiores nos Estados Unidos e tensões geopolíticas envolvendo o país e o Irã.

Às 14h53, a moeda norte-americana subia 0,83%, cotada a R$ 3,6002 na venda. Na máxima do dia, porém, foi a R$ 3,6096. A última vez que o dólar fechou acima dos R$ 3,60 foi em 31 de maio de 2016, quando terminou o pregão vendido a R$ 3,6142.

Juros mais altos nos EUA e mais baixos no Brasil

Nesta seção, o dólar também se valorizava mais em relação ao real do que sobre moedas de países emergentes por conta do chamado diferencial de juros.

Ao mesmo tempo em que há temores de que o Fed eleve ainda mais os juros nos EUA, há expectativa de que o Banco Central brasileiro reduza a taxa básica de juros, a Selic, na próxima semana para nova mínima histórica, a 6,25% ao ano.

Com uma diferença maior entre as taxas, os investidores tendem a migrar para os Estados Unidos, atrás de rendimentos com baixíssimo risco.

“Acredito que se a moeda furar R$ 3,60, o BC voltará a atuar, porque se trata de um movimento especulativo”, afirmou à Reuters o gerente de câmbio do grupo Ourominas, Mauriciano Cavalcante, referindo-se à possibilidade de o Banco Central interferir com mais força no mercado de câmbio para tentar frear a alta do dólar.

Em entrevista à Globonews na terça-feira (8), o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, explicou que a alta do dólar é um movimento global e não exclusivo ao Brasil, mas garantiu que o banco está monitorando o mercado para seu bom fundamento e intervirá quando necessário.

Neste mês, o BC entrou com mais força no mercado de câmbio e, para esta sessão, anunciou novo leilão de até 8,9 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, para rolagem do vencimento de junho.

Fonte: G1